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Esqui na Nova Zelândia

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Eder Veja o Drop-Down
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Tópico: Esqui na Nova Zelândia
    Enviado: 18 Sep 2017 em 3:45pm
CONCLUSÃO:

Vou começar dizendo que a Nova Zelândia definitivamente entrou para o meu calendário de esqui do hemisfério sul. Tentarei sempre revezar com Argentina e Chile.

Se não tem muito tempo, vá direto para a ilha do sul. Mas onde? Aí é que o interessante, a NZ tem uma rede de hospedagem excelente e “barata”. Havia muita oferta e estava vazio quando fomos, em pleno inverno (15jul-15ago). Desça em Queenstown ou em Christchurch, alugue um carro e descubra onde está bom para esquiar. Acho que vale arriscar e não fazer uma reserva prévia. Eu disse acho, não disse tenho certeza, hem? Aposto que encontrará um ótimo motel com cozinha por NZD 100/NZD 120 a noite para um casal. Há ótimos supermercados e muitos restaurantes pra todo lado, mesmo que a cidade seja minúscula, tipo 300 habitantes.

Precisaria claro ir mais vezes para julgar melhor os centros de esqui porque esquiar é sorte também (vocês sabem, né?), mas a estrutura dos centros de esqui me surpreendeu bastante positivamente. Eu achava que eles seriam mais toscos, mas é o contrário. Isso comparando com Argentina e Chile.

A ilha do sul é belíssima, as estradas são boas, as pessoas são amáveis. O lugar é tão seguro que as pessoas chegam no resort e jogam as mochilas em qualquer lugar e vão esquiar. Ninguém mexe. Nunca tinha visto isso nem no Canadá e nos EUA, lugares que já acho bem seguros.

A Nova Zelândia também não é tão longe, a grande diferença do fuso (15h em relação ao Rio) dá a ideia de ser o dobro ou mais da distância para a América do Norte ou para a Europa, mas não é pior ou muito pior que ir para Canadá, EUA e Europa, locais para os quais a gente precisa também de voos de conexões e ainda transporte rodoviário. É um voo para Santiago ou Buenos Aires e, de lá, direto para Auckland. Com pouco tempo, tipo uma semana, realmente é melhor ir para Santiago para esquiar, mas se tem uns 15 dias, aí vale muito a pena ir para a NZ.

Ao alugar um carro, atenção que a Nova Zelândia foi o único lugar no mundo que nos exigiu a carteira internacional de motorista!

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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 17 Sep 2017 em 11:53am
Porters, nosso último destino de esqui. Diferentemente de Mt Hutt, Porters recebe muito sol direto. O que havia gelado à noite foi derretendo com exceção de uma face que representava mais ou menos 1/3 do resort, essa permaneceu bem gelada todo o tempo.

Por sorte, havia bastante quantidade de neve e, da parte que foi derretendo, havia uns fora de pista bem longos e inclinados a partir do topo da T-bar Sundance e isso deu muito rock, nunca havia me divertido tanto com “spring snow”!

A única cadeira é lenta. Os acessos às partes mais altas são por T-bar. Para chegar a Porters, tem que pegar 11 km de estrada de terra, mas sem sustos.

Foi um ótimo dia de esqui de despedida que a Nova Zelândia nos proporcionou.
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 16 Sep 2017 em 11:15am
Mount Hutt é da mesma concessionária de Coronet Peak e The Remarkables, embora já esteja bastante longe de Queenstown. Igualmente tem boa estrutura, o acesso é por estrada de terra de 13 km mas que é boa. Há três cadeiras, mas só me interessou a Summit Six Chair, bem rápida e que dá acesso a todo o centro de esqui. A parte mais alta estava com muito gelo, pistas e o fora de pista. Nas pistas mais baixas, mais fáceis, havia menos gelo. Ninguém tentou nenhum fora de pista no centro inteiro, sem condições por causa do gelo, apesar de o centro ser face sul.

Fica difícil fazer algum julgamento numa condição dessas. Realmente só resta elogiar a estrutura. Também, a partir do topo da Summit Six Chair, tem um caminho fácil até a base pela crista da montanha chamado Virgin Mile Ridge que tem uma vista impressionante do vale do rio Rakaia até o Oceano Pacífico. E Mt Hutt está a 70 km do oceano em linha reta.
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 15 Sep 2017 em 3:18pm
Ohau é um centro de esqui pequeno, só com uma cadeira dupla e lenta. A montanha é vertical para os padrões neozelandeses, face sul e com umas poucas pistas e com pinta de ter um fora de pista divertido. Promete, mas no único dia que fomos estava tudo gelo, pra qualquer lado. Passamos a manhã descendo duas pistas e eu ficava vibrando feito britadeira quando tentava às vezes sair um pouco para o fora de pista. O centro estava bastante vazio. Havia uma equipe pequena de esquiadoras norte-americanos. Aí começou a chover depois do almoço e nos mandamos

Embaixo do centro de esqui, está o Lake Ohau Lodge. É meia hora de viagem entre o lodge e o resort por uma estrada de terra que já dá medo no seco, com neve ou gelo deve ser muito, mas muito tenso. Essa estrada também atravessa um córrego, não sei como pode ser com muita chuva. É a estrada mais tensa para esquiar que já peguei na vida! Felizmente, há um ônibus que faz essa viagem para os hóspedes que quiserem, mas só sobe uma vez ao dia.

O lugar é muito bonito, às margens do lago Ohau, e o astral é fantástico. Só ir e passar uma noite no lodge já vale a viagem.
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Eder Veja o Drop-Down
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 15 Sep 2017 em 3:14pm
Valeu, Johnny. Ainda falta. Tivemos que dirigir muito, troca-troca de hotel, chega tarde e sai cedo... e aí embolou tudo, fiz umas anotações para ajeitar e postar depois. Depois de voltar ao Brasil, só agora está dando pra ver isso. Pretendo fazer uma conclusão. A ideia é comparar com o esqui na América do Sul. Com Europa e EUA não dá para comparar.

Foram 9 resorts. Então, segue o jogo!
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Johnny Veja o Drop-Down
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  Citação de  Johnny Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 14 Sep 2017 em 4:50pm
Valeu pelos relatos Eder, muito legal mesmo compartilhar as suas experiências!
Abs,
Johnny.

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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 14 Sep 2017 em 3:47pm
The Remarkables: somente um lift rápido, o Alta Chair, que era um dos mais curtos... As outras cadeiras eram irritantemente lentas, mais para padrão sul-americano que neozelandês. As pistas eram curtas e fáceis. Eu fiquei bastante “deslocado” lá porque há um snow park, estava cheio e me pareceu grande, mas park não é a minha praia e posso estar enganado; as pistas são para iniciantes e intermediários e o fora de pista acessível era pura pedra. Há o setor fora de pista do Shadow Basin Chair, cujas descidas caem na estrada e a volta é com um shuttle, que não estava funcionando, provavelmente pelo estado da neve naquele setor. Ou seja: foi um dia bem monótono de esqui!

O acesso indo de Queenstown também é todo por asfalto e tão perto quanto Coronet Peak.
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 14 Sep 2017 em 3:14pm
Coronet Peak tem uma boa área de esqui, face sul e estrutura que nenhum centro de esqui na América do Sul tem, até a fila dos ônibus é abrigada e tem calefação. E, pra chegar aqui, é tudo asfalto e está só a 30 minutos de Queenstown. E são quatro cadeiras rápidas.

Esquiamos aqui dois dias. Uma parte do centro estava gelo, mas encontramos boas pistas e bom fora de pista em outras áreas. Já fazia alguns dias que não nevava e estava tudo raspado e compactado, mesmo assim nos divertimos por dois dias. Nos pareceu que com neve fresca deva ser bem interessante.
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 05 Sep 2017 em 4:40pm
Na terça, 1° de agosto, depois do tempo ruim do dia anterior, fomos esquiar em Treblecone. Esquiador tem sorte às vezes e pega 15 cm de neve fresca em um dia azul e sem vento. Pra melhorar a conjunção astral, estávamos em Treblecone que, apesar de só ter uma ótima cadeira sêxtupla e uma outra quadrupla (mais nada que interesse), tem ótimo fora de pista: uma montanha que converge para o lift. Foi um dos melhores dias de esqui que tive no Hemisfério Sul!

No início da subida de terra ao centro (8 km), todo mundo estava colocando correntes. Havia um motorista colocando correntes em seu ônibus e ofereceu o transporte por NZD 5 cada. Topamos, mas no meio da subida o ônibus quebrou. Os passageiros tiveram que pedir carona. Nós fomos os últimos e todo mundo conseguiu carona sem dificuldade, o neozelandês é muito amável.

Depois do ótimo dia em Treblecone, não tivemos dúvida e voltamos no dia seguinte. Outro ótimo dia de esqui. Não havia mais os 15 cm de neve powder, mas a neve ainda estava ótima. No final do dia, o centro já estava bem bump, mas os bumps eram bem bons!
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 09 Aug 2017 em 3:32am
Cardrona tem muito boa estrutura se comparado aos centros de esqui da América do Sul, apesar de o acesso se dar por 12 km de estrada de terra, mas é bem cuidada. Lifts que interessam mesmo só há quatro. Os outros são para as classes de esqui. A neve não estava ruim, embora já estivesse compactada pelo movimento dos esquiadores, inclusive no pouco que há de fora de pista.

Com o mau tempo entrando, muito vento, o lift Whitestar parou e não havia outra maneira de sair dali, aí o centro mandou ônibus para resgatar o pessoal.

Essa região é muito bonita e tem uma estrutura turística excelente, há muito o que fazer, principalmente quem curte uma adrenalina e a natureza. Mas em Cardrona não há muita adrenalina, onde a inclinação é bastante amigável.

Acho que é uma grande pedida para quem está começando, principalmente para os casais que têm que ficar negociando outras atividades além da neve. A namora não quer esquiar todo dia? Leve-a pra fazer bungee jumping. Nunca mais vai reclamar por só esquiar!
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 31 Jul 2017 em 3:03am
Em Turoa, na terça ainda havia mal tempo, mas abria e dava pra esquiar. Abriram o lift mais alto, o Highnoon Express e só um ficou fechado, o Nga Wai Heke Chair. Melhorou um pouco, mas aí o tempo fechava. Quando começou a chover, fomos embora.

A quarta foi o melhor dia: todos os lifts estavam abertos, céu azul e neve fresca. Muitas pistas ainda não estavam preparadas. Ficamos a manhã toda no fora de pista e não foi mal mas também não foi épico: havia uma camada fina de neve sobre uma base de gelo. No final da manhã, já estava tudo raspado.

O centro é pequeno. Tínhamos que rodar 300 km ainda nesse dia. Paramos às 13h, comemos no resort e fomos embora. Já tinha dado também. Dava pra ficar mais se não fosse a viagem, mas não valia a pena ficar até o fim e nos sacrificar dirigindo muito à noite.

Esses dois centros, que são administrados pela mesma empresa, têm estrutura na média um pouco melhor que a média da América do Sul. Sorte ajuda pra esquiar e ela não estava muito do nosso lado. Os próximos resorts são Cardrona e Treble Cone na região de Wanaka e as previsões são desanimadoras...

Uma coisa impossível de acontecer na América do Sul: na estrada entre Turoa e Wellington, paramos para tomar um café. A caixa da loja de conveniências do posto de gasolina puxou conversa e começou a falar com muito conhecimento sobre os centros de esqui da NZ. Disse por exemplo que esquiar na área de Queenstown é mais caro que esquiar nos resorts do Mt Raupehu, de onde vínhamos, área frequentada pelos moradores de Auckland, apesar de Auckland sozinha ter mais habitantes que toda a ilha do sul.
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  Citação de  Eder Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 24 Jul 2017 em 2:27am
Vou começar um relatório da minha experiência nos centros de esqui da Nova Zelândia. Pretendo visitar vários nas duas ilhas. Mas, antes disso, um alerta: pela primeira vez na vida alguém nos exigiu carteira de motorista internacional. Não tínhamos. Mas a locadora providenciou uma tradução oficial por NZD 59 em uma hora. Enquanto isso, fomos obrigados a assistir a um vídeo em inglês e ler um pequeno manual em português de como dirigir na NZ. Tudo rápido e feito com muita delicadeza e educação.

Passamos por estradas com pedágio. Não havia praça de pedágio, só câmeras e instruções em placas na estrada para pagarmos em um website dentro de cinco dias. Fizemos isso, foi tranquilo, só com a placa do carro e um cartão de cédito.

O Mount Ruapehu, o maior vulcão ativo da Nova Zelândia e o ponto mais alto da ilha norte, possui dois centos de esqui na sua encosta: Whakapapa e Turoa. Começamos por Whakapapa. Fomos esquiar no sábado, 22 de julho, e o tempo estava ruim e praticamente só chovia no centro em vez de nevar. Ficou assim o dia inteiro e só havia um lift que não era da área de iniciantes aberto, o mais baixo deles, o Rangatira.

No domingo, não estava chovendo mas estava nublado na parte alta e só havia mais um lift aberto, o Waterfall, mas ele logo parou por um problema mecânico. Aí, aconteceu uma coisa que eu nunca tinha visto em toda a minha vida de esquiador: resgataram todos com cordas. E o lift é grande. Eu estava no lift mas já estava chegando. Fiquei a uns 2 metros do chão e foi tranquilo para pular.

Apesar de vários dias de tempo ruim antes da nossa chegada, havia pouca neve no centro, muita pedra. Com todo mundo numa área pequena e como não fazia muito frio, o pouco de neve começou a ficar uma “m”.

Hoje, fizemos o check out no hotel em Whakapapa Village e voltamos ao Whakapapa centro de esqui (são lugares diferentes) para ver as condições. Estava chovendo de novo e, de novo, só o Rangatira e o Waterfall (que voltou a funcionar) abertos. Decidimos então partir para Ohakune, nova hospedagem, e de lá atacar o outro centro: Turoa.

Ohakune é uma cidadezinha de verdade e bem simpática enquanto Whakapapa Village não é nada além de dois ou três hotéis, mais um restaurante e um centro de visitantes do Parque Nacional Tongariro.

Apesar de os dois centros terem praticamente as mesmas altitudes, Turoa é face sudoeste, enquanto Whakapapa é face norte, assim encontramos muito mais neve em Turoa. Chegamos ao centro com muita neblina, mas ele estava só com dois lifts fechados apesar disso. Deu pra brincar um pouco até começar a chover, aí enchi o saco! Interessante é que eles marcam o centro da pista com aquela tinta azul pra gente não se perder na neblina. Isso eu também nunca tinha visto.

A previsão para amanhã e depois é de tempo melhor. Depois disso, faço o relatório de Turoa. A área onde estão os dois centros, um vulcão ativo dentro de um parque nacional (Tongariro) é muito bonita.

É difícil falar alguma coisa sobre Whakapapa, bastante do centro ficou inacessível por causa do mau tempo, mas pelo jeito é meio sujeito a chuvas e o fato de ser face norte (no hemisfério sul) é um ponto muito negativo.
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LUCASKI! Veja o Drop-Down
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  Citação de  LUCASKI! Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 06 Jun 2017 em 9:08pm
Tem no Globosat play!
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Alan RJ Veja o Drop-Down
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  Citação de  Alan RJ Citação de   ResponderResposta Link direto para este Post Enviado: 31 May 2017 em 10:08am
Tá rolando no Off (Canal de TV) um programa chamado Ski na NZ. Não sei ao certo os dias. Hoje (4ªf pela manhã - 7:30) teve.
Pode ser uma boa fonte de dicas para aqueles que pretendem ir para lá.

Abs

Alan
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